Os professores grevistas foram substituídos e aulas estão ocorrendo normalmente.
Publicado em 15 de maio de 2012 - 15:46
A Secretaria de Educação de Malhada, Ionar
Gondin, afirmou nesta terça-feira, 15 de maio, ao programa Em Cima do
Rastro, ser despropositada a greve por tempo indeterminado de uma
minoria de professores apoiada pelo SISPUMMA-Sindicato dos Servidores
Públicos Municipais de Malhada. Segundo Ionar, a secretaria negociou com
os professores que não aderiram à greve e dobrou a carga horária. “Essa
medida foi tomada para não prejudicar os alunos, já começamos o
calendário escolar atrasado devido à enchente que destruiu boa parte das
estradas municipais. Os professores que aderiram à greve não chegam a
quarenta”, disse.O secretario de Administração, Luciano Dias Gomes, também participou do programa. Luciano informou que o município não tem como pagar o novo piso salarial de R$: 1451, 00, devido às condições que se encontra o município. “Essa greve é politica e não defende os interesses dos servidores, tanto é politica que os profissionais da educação não pararam, mostrando mais uma vez que o sindicato defende o interesse político de um grupo e não dos servidores”, disse.
Segundo Luciano, administração não está contratando professores para substituir os professores faltosos. “Os professores que não estiver indo trabalhar será desconto na folha. Esse dinheiro é para pagar os professores que dobramos as cargas horárias. Sou a favor da greve desde que seja legitima, sou contra a greve que tem objetivo político”, disse.
Segundo alguns pais de alunos, os professores que entram em greve estão indo até a casa de aluno, pedindo os pais para não deixar os alunos irem a assistir aulas. Alegando que os professores substitutos são despreparados. Segundo Ionar, os professores estão apitos a lecionar e as aulas continuam normalmente.
Durante a entrevista, nossa equipe tomou conhecimento que o SISPUMMA-Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Malhada, não está totalmente regular. Outro ponto foi o salário do servidor Marquinhos, que chega a mais de dois mil reais. Segundo Luciano, ele como presidente recebe aulas complementares e outros benefícios
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