Poucos servidores compareceram na Assembleia Geral Extraordinária, realizada na manhã de sábado, 28 de abril no plenário Osvaldo Chapéu, na Câmara de Vereadores, em Malhada. Segundo o convite feito pelo precedente do SISPUMMA-Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Malhada, Manoel Olivand Pereira (Professor Marquinhos), a assembleia era para apresentar os resultados obtidos nas negociações feitas com a administração em prol dos servidores e também sobre as decisões a serem tomadas pelos mesmos mediante ao não atendimento das negociações realizadas com a administração no dia 27 de fevereiro do corrente ano.
A assembleia que seria para tratar de assuntos referentes aos servidores, transformou-se em um ato político. Segundo o professor Marquinhos, a administração vem pagando atualmente somente aos servidores o piso de R$: 1187,97. Foi decidido em assembléia pelos servidores, apresentaram as propostas decisivas para a reivindicação do piso salarial nacional dos professores que é de R$1.451,00. Além da proposta do novo piso salarial, os servidores cobram o reajuste salarial das demais categorias de servidores.
No último domingo, 29 de abril, o governador da Bahia, Jaques Wagner, nega a possibilidade de reajustar o salário dos professores da rede pública estadual ao nível do piso nacional, fixado atualmente em 22,22%, sob pena de descumprir o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal .“Não existe hipótese alguma de aumentar o piso dos professores para a porcentagem que eles exigem. Se for dado este aumento, será uma despesa de R$ 500 milhões por ano”.
No término da reunião ficou acordado, que a comissão estará enviando um comunicado para administração referente a esta decisão tomada em conjunto e caso o gestor não se manifeste em atender as reivindicações dos servidores do magistério implantando o novo piso salarial, no prazo de 72 horas em que este comunicado for enviado, os professores estarão em greve por tempo indeterminado.
A assembleia que seria para tratar de assuntos referentes aos servidores, transformou-se em um ato político. Segundo o professor Marquinhos, a administração vem pagando atualmente somente aos servidores o piso de R$: 1187,97. Foi decidido em assembléia pelos servidores, apresentaram as propostas decisivas para a reivindicação do piso salarial nacional dos professores que é de R$1.451,00. Além da proposta do novo piso salarial, os servidores cobram o reajuste salarial das demais categorias de servidores.
No último domingo, 29 de abril, o governador da Bahia, Jaques Wagner, nega a possibilidade de reajustar o salário dos professores da rede pública estadual ao nível do piso nacional, fixado atualmente em 22,22%, sob pena de descumprir o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal .“Não existe hipótese alguma de aumentar o piso dos professores para a porcentagem que eles exigem. Se for dado este aumento, será uma despesa de R$ 500 milhões por ano”.
No término da reunião ficou acordado, que a comissão estará enviando um comunicado para administração referente a esta decisão tomada em conjunto e caso o gestor não se manifeste em atender as reivindicações dos servidores do magistério implantando o novo piso salarial, no prazo de 72 horas em que este comunicado for enviado, os professores estarão em greve por tempo indeterminado.

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